5 coisas que os gatos já sabem e eu ainda estou tentando aprender

5 coisas que os gatos já sabem e eu ainda estou tentando aprender - Eu leio tantos livros, assisto palestras de pessoas incríveis e inspiradoras, faço cursos que me ensinam e reforçam a importância disso, repasso tudo o que sei a meus pacientes, e me comprometo todos os dias a dar o melhor de mim para colocar em prática essas 5 coisas que os gatos lá de casa fazem na maior naturalidade, com zero horas de treinamento, totalmente no instinto e nenhuma energia mental investida. Clica no link para ler mais! :: verenakacinskis.com

Eu leio tantos livros, assisto palestras de pessoas incríveis e inspiradoras, faço cursos que me ensinam e reforçam a importância disso, repasso tudo o que sei a meus pacientes, e me comprometo todos os dias a dar o melhor de mim para colocar em prática essas 5 coisas que os gatos lá de casa fazem na maior naturalidade, com zero horas de treinamento, totalmente no instinto e nenhuma energia mental investida.

1. Viver no presente

Cena comum lá em casa: o Dexter (gato preto de olhos amarelos, tranquilo e gente boa, que mora conosco há quase 5 anos) levanta e vai caminhando calmamente em direção à fonte de água. No meio do caminho algo lhe chama a atenção – uma sombra na parede, um bichinho voando, um barulho vindo do quarto – e ele desvia seu caminho em direção àquilo. Depois de explorar esse novo estímulo até ficar satisfeito, ele dorme. Ou vai brincar de outra coisa.

Ele vive o momento como o momento se apresenta, uma coisa de cada vez. Quando ele está comendo, ele só come. Quando está brincando, ele só brinca. Posso estar enganada, mas não acho que ele esteja pensando “tenho só dois minutos para brincar com a minha bolinha porque ainda preciso almoçar, tomar banho e dormir antes de começar tudo de novo”.

2. Tomar sol todos os dias

Todos os dias, sem exceção, o Dexter e a Maya (a gata rajada, esperta e de pelos macios, que mora conosco há quase 3 anos) sobem no parapeito da varanda de manhã e ficam lá de 10 a 20 minutos tomando sol. Ninguém ensinou para eles, e certamente o despertador do celular não precisou tocar para eles se lembrarem de ir para a varanda (patético, mas eu ainda preciso me lembrar de tomar sol!). Na minha interpretação, eles estão mais conectados do que eu com a inteligência do corpo, que sabe que precisa de sol para metabolizar algumas proteínas e vitaminas.

3. Alongar o corpo

A Maya faz um movimento lindo quando se levanta depois de passar muito tempo deitada. Primeiro ela alonga as patas da frente, esticando todo o corpo para trás em um movimento parecido com uma postura da ioga chamada cachorro olhando para baixo, depois ela alonga toda a coluna formando um U com as costas, parecido com outra postura da ioga que tem o nome de postura do gato, e finalmente ela alonga as patinhas de trás, esticando e chacoalhando uma de cada vez. Coluna saudável é corpo saudável, e alongar a coluna e as articulações depois de passar muito tempo na mesma posição é básico, importante e delicioso!

4. Sentar-se com a coluna reta

A foto acima diz tudo. Eles estão olhando para um mosquitinho que estava descansando na porta do armário, bem acima da cabeça deles. Note que nenhum dos dois está mal posicionado, sentado com as pernas cruzadas, apoiado só de um lado, com uma pata pra frente e a outra para trás, ou em qualquer outra posição esquisita que nós costumamos usar. Eles sempre se sentam em cima das duas patas traseiras, quadril apoiado no chão, as patas da frente mantendo o alinhamento da coluna. Mesmo quando sabem que vão se mover daqui a pouco. Sentar em outra posição não é uma opção.

5. Não apegar-se às emoções

Outra cena comum lá em casa: estamos tomando café da manhã na sala e começamos a ouvir o barulho dos dois brigando no quarto. Poucos segundos depois eles passam correndo por nós, um perseguindo o outro, rolam brigando pelo tapete, gritos, grunhidos e unhas para todos os lados, até que a Maya sai correndo e se esconde em um cantinho no qual o Dex não consegue entrar, deixando um rastro de pelos soltos pelo caminho. Nós continuamos tomando café. Meia hora depois eu passo pelo sofá e eles estão sentados juntos, um lambendo os pelos do outro.

5 coisas que os gatos já sabem e eu ainda estou tentando aprender - Eu leio tantos livros, assisto palestras de pessoas incríveis e inspiradoras, faço cursos que me ensinam e reforçam a importância disso, repasso tudo o que sei a meus pacientes, e me comprometo todos os dias a dar o melhor de mim para colocar em prática essas 5 coisas que os gatos lá de casa fazem na maior naturalidade, com zero horas de treinamento, totalmente no instinto e nenhuma energia mental investida. Clica no link para ler mais! :: verenakacinskis.comAs emoções são respostas fisiológicas passageiras do corpo. No livro Moléculas da Emoção, a neurocientista Candace Pert explica que cada emoção que nós sentimos possui uma formação molecular específica correspondente (um neuropeptídeo para cada tipo de raiva, medo, amor, alegria).

Então seu corpo, literalmente, sente uma emoção apenas durante alguns segundos, que é o tempo que aqueles peptídeos demoram para circular pela corrente sanguínea e se alocar nos receptores das células do corpo inteiro.

Se nós ainda estamos sentindo raiva, tristeza ou até alegria depois de 15 minutos, 30 minutos, 2 dias, é a nossa mente que ainda está apegada àquela emoção. E eu fico aqui pensando, se eu ainda estou sentindo a mesma raiva de 40 minutos atrás, que outras emoções eu perdi e deixei de sentir nesses últimos 40 minutos?